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Vinte e tantos minutos com um bloco de papel e caneta nas mãos - sim, caneta, não lápis. Ela gosta do prazer de riscar bem forte as coisas quando estão erradas, ou talvez seja apenas hábito. Quer escrever mas não tem ideia nenhuma. Ela vem tentando se manter afastada das pessoas, ou pelo menos sabendo diferenciar a longitude que existe entre conversar com uma pessoa e deixá-la conhecer sobre sua vida, porque cá entre nós, ela não é de meio termos. Se você conhecê-la, ou conhece tudo, ou não conhece nada. Mas a última coisa que ela precisa no momento é ter alguém interessado demais na sua vida, ou ainda pior, ter que dar satisfações à alguém. Apesar de que, essas seriam as primeiras coisas na sua lista de desejos. Mas, por enquanto, só falávamos de necessidades. Ainda não encontrou quem a entenda. Ela faz as coisas de significado contrário ao das que espera o retorno. Nunca é o retorno desejado. Aliás, nunca é uma palavra complexa e de discussão extensa demais. O termo certo seria...