Quem dera minha cara, que fossemos todos tão destemidos assim, pra curtir a vida assim, pra viver assim. Quem dera a vida fosse fácil assim, simples assim, não tão cheia de mistérios assim. Quem dera todos conseguissem expressar um mínimo, demasiadamente o mínimo. Mas ainda bem, a vida nos dera, essa facilidade, nada fácil diga-se de passagem, de escrever, de expressar, não de fazer, mas de mostrar, de falar, de poder dizer, ao outros; vá, faça, viva. É fato corriqueiro essa pergunta "Pra que escrevo?", é fato corriqueiro. Mas nas minhas estranhas comparações imaginei mais uma, agora quanto à isso. Imagine-se dormindo no chão, ou em qualquer outro lugar parecido. Não é nada confortável. Mas nem por isso abriria mão se te oferecessem um travesseiro sequer... E parece que finalmente (ou por enquanto) encontrei paz. Qual a hora certa de dizer, te amo?
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